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...Todo encontro É UM reencontro...

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O Universo, a Mente e a Sabedoria Cósmica

O Universo é Infinito pela simples razão de sua manifestação ser a Infinita Expressão da Consciência Cósmica.

A Mente atua no Palco da Existência sendo o próprio Palco, a História, os Personagens e Próprio Autor Universal.

A Sabedoria Cósmica para se fazer manifestar dentro de padrões de lógica e razão se fragmenta e se limita de forma aparente para que assim as "partes" possam se sentir - perceber totalidades de si mesmas e com isso reproduzir de forma correspondente o desdobramento infinito da Matrix Universal que age em Tudo Quanto Há reproduzindo sob diversas formas a Essência Única que sustenta Tudo.

Priscila Dias

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

VibracionalMente

O Universo é Mental.
O Universo é Vibração.
Mente e Vibração.
Vibração e Mente.
Mente É Vibração.
Vibração É Mente.
VibracionalMente.
Mente É.
Vibração É.
É.
Priscila Dias

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A Homossexualidade



A temática da homossexualidade nunca antes esteve tão em evidência quanto nas últimas décadas. É um assunto delicado de ser tratado, pois envolve questões complexas que requerem, para uma compreensão mais em sintonia com a Egregora da VOH, um conhecimento também mais claro das Leis Universais (Primeira Câmara), dos Códigos (Segunda Câmara), da Mente (Terceira Câmara) e da Energia (Quarta Câmara). Por isso o profundo conhecimento do assunto ainda necessita ser velado do grande público que facilmente poderia destorcer os ensinos, fragmentando-os de acordo com o que convém aos interesses de cada um.

Pelo aspecto das Leis precisamos entender o Princípio do Gênero e diante dessa questão perceber que existe uma incompatibilidade no sentido físico relacionado a reprodução, que é, por sua vez, a porta da encarnação humana e consequentemente de seu desenvolvimento. Os espíritos foram criados em um número inconcebível e ficaram presos a Roda de Sansara, ao envolvimento dos véus e véus de Sophia. É através do Des-envolvimento espiritual que os seres podem alcançar a Libertação e, nesse sentido, a homossexualidade é um fator que impossibilita esse objetivo.

Já pela questão dos códigos, a ser estudada mais profundamente na Segunda Câmara e que é uma fase bem intensa na Senda do BuscaDor, pois muito do que se têm como paradigmas de errado e certo, mal e bem, diabo e Deus, são totalmente desconstruídos e isso pode chocar totalmente uma pessoa não preparada. Daí a necessidade de alguns ensinos se manterem, ainda, velados, dentro da divulgação dos ensinos. Mas afirmamos que o Hermetismo é amoral, embora dialogue com a ordem local/social estabelecida, por reconhecer ser fundamentalmente a partir dela que os seres podem alcançar a Cientificação e com isso a Libertação. Por ser amoral, o Hermetismo alerta para a verdade de que a condenação só existe pela culpa, pela infringência de códigos sociais e religiosos estabelecidos, os quais a própria pesooa valida, e que, a rigor, diante do desenvolvimento dos seres não tem sentido algum, desde que os praticantes dos "desvios" dos códigos não se sintam culpados, não se condenem. 

Assim, só existe um problema, de fato, na questão da reprodução, mas não há nenhuma razão para se afirmar que o espírito está condenado, pecaminoso, impuro. Isso só existe a partir da aceitação dos códigos impostos. Contudo, existe a questão mental e energética da problemática. Nesse ponto se faz necessário entender a razão da existência e multiplicação acelerada da homossexualidade, onde questões como modelos bioplasmáticos, vícios, energia sutil e sexualidade precisam ser considerados. Mas não é sábio jogar lenha em um fogo onde não se quer ver um incêndio. Aos buscadores sinceros, o conhecimento chega naturalmente e não objetiva polêmica e nem é movido pela curiosidade, pois tais pontos nunca favorecem o caminho.

A Humanidade quer ser una. A Força age nesse Plano impulsionando esse objetivo, mas sempre que algo aqui se manifesta, se polariza. Em priscas eras o ser humano já esteve de tal forma uno que não havia separação sexual, homem e mulher, mas pela necessidade do desenvolvimento isso foi necessário ocorrer. Pela respiração de Brama – Ritmo Cósmico, isso voltará a acontecer, dessa vez em outro nível de Consciência Humana. Mas até lá, ainda há muito caminho para se trilhar, véus a se retirar, dons a desenvolver...

Estudemos as Câmaras Herméticas, avancemos gradualmente e por uma sintonização clara, a Egregora de Thoth nos concede acesso ao conhecimento necessário a nossa ampliação perceptiva e consequente desenvolvimento.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Conceito = Imposição e Refutação. Conhecimento = Análise e Libertação


É um privilégio viver em uma época com liberdade de pensamento e expressão. É um privilégio ainda maior ter um espaço para fazer isso de forma madura, com o foco comum na busca pelo Conhecimento. Por longos períodos, a humanidade viveu na escuridão mental, à mercê de dogmas e dos interesses de impositores. A rigor, esse tempo ainda persiste, e são poucos os que estão despertando de fato.

Sempre que um novo conhecimento emerge, ele encontra duas forças opostas: a imposição e a refutação. Uma força tenta impor o conhecimento como uma verdade absoluta, enquanto a outra busca desconstruí-lo por meio de diversos argumentos. Isso seria simples se o Universo fosse simples, mas, embora ele seja um em sua essência, sua manifestação é um complexo emaranhado de leis e desdobramentos, que dialogam com diferentes linhas de compreensão e níveis de percepção.

É crucial reconhecer que existem diferentes tipos de refutação. As reflexões genuínas são buscas sinceras pela essência que subjaz a tudo que existe. No entanto, o que acontece com frequência são refutações impulsionadas por uma obstinada necessidade de desconstruir e se rebelar contra tudo o que está estabelecido. O objetivo não é encontrar a essência do conhecimento, mas sim saciar a crença mais enraizada dentro de quem age assim: a de não crer em nada. Afinal, todo ateu é o maior crente entre os crentes.

Uma pessoa tem o direito de pensar o que quiser e ser tida como louca pelos outros. Contudo, ao trazer seus pensamentos para o debate e a análise, ela só alcançará seu objetivo se vier com a mente aberta, disposta a considerar outros pontos de vista e a dialogar com conhecimentos gerais. Isso permite que suas teorias ganhem maior coerência e solidez.

Em consonância com a linha hermética de Thoth, destacamos que todo conceito, teoria, paradigma ou dogma manifestado neste plano é limitado. Sempre que algo atinge o limite de um conceito, ele se desdobra infinitamente. Assim, a própria física moderna vem guiando os buscadores para as verdades arcanas que o Hermetismo, há muito tempo, tem trazido à humanidade: todo limite é ilusório. Se todo conceito é um limite, então, a princípio, todo conceito é ilusório. O Hermetismo aprofunda essa questão apontando para a essência do problema: o Conhecimento. É ele o foco, o que não deve ser perdido de vista. No entanto, os buscadores frequentemente se perdem, limitando a verdade a partir de um determinado paradigma.

O conceito, ao encerrar verdades absolutas, gera imposição ou refutação. Já o Conhecimento, como mola propulsora do movimento mental em busca da Essência Primordial, gera análise e conduz o ser à libertação das ilusões e emaranhados do Universo Imanente.

Não estamos buscando adeptos ao Hermetismo, nem pretendemos encerrá-lo como um paradigma ou verdade absoluta. Ele não é uma instituição dogmática ou uma religião, mas uma Filosofia Pura que navega pelo conhecimento da mecânica do Universo, tanto em seu modo de fazer quanto em seu modo de operar. O Hermetismo mostra que todos os paradoxos podem ser reconciliados, pois é a Chave Mestra que abre todas as portas do conhecimento e guia o ser no caminho da Libertação de todas as ilusões e emaranhados deste plano.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Símbolos .'. .'. .'.

Os símbolos podem ser vistos de muitas maneiras, a partir de diferentes perspectivas. No geral, em sentido mais profundo e esotérico, os símbolos são chaves que transportam a percepção do ser de uma faixa para outra. Por exemplo, perceptivamente diante de uma lemniscata, uma pessoa que não conhece os números, digamos, alguém que jamais estudou ou teve contato com os símbolos numéricos, não poderia dizer tratar-se do número oito, deitado, inclinado ou em pé, pois não teria referências associativas. Por outro lado, alguém que conheça os números, mas não tenha nenhum conhecimento do termo lemniscata, do conceito ou mesmo da ideia de infinito, no máximo diria tratar-se de um oito em determinada posição. Por sua vez, uma pessoa com maiores conhecimentos, diante do símbolo evocaria mentalmente as ideias filosóficas ou mesmo físicas de infinito, eterno etc. Assim, esse símbolo pode estar diante de diferentes graus de conhecimentos, mas aqueles que estão mais cientificados, mais preparados poderão mais facilmente entender a chave que está sendo posta em suas mãos conforme o símbolo se desvela. 

Isso tudo é relativo e paradoxal, pois mesmo aquele ser não alfabetizado pode, a partir de um processo meditativo-contemplativo, ou ainda, analítico-associativo, adentrar nos portais do conhecimento que o símbolo encerra em si mesmo. O que demonstra que, embora o intelecto seja muito importante, não é a unica via de acesso ao conhecimento e às chaves.

Uma analogia disso pode ser tirada a partir das Câmaras Herméticas, nem sempre um buscador da Primeira Câmara está correspondentemente na Primeira Câmara do Desenvolvimento espiritual, ele pode ainda nem ter chegado nessa Câmara, ou pode ainda já está na décima, décima-primeira e assim por diante. Da mesma forma, uma pessoa com adiantado conhecimento cientifico, filosófico etc, diante de um símbolo pode não acionar nada, até mesmo sequer enxergá-lo. Enquanto um ser mais limitado de intelectualmente pode através do mesmo símbolo abrir diversas portas de transformação espiritual, passando inclusive por profundas iniciações.

Em relação aos símbolos sagrados da Ordem Hermética, recebê-los é um merecimento individual e intransferível, denotando a ligação da pessoa com a Egregora. Pode acontecer rápido, levar muitos anos e as vezes em toda uma encarnação não ser recebido. Quando acontece rapidamente é sinal de que em encarnações anteriores ele já foi recebido. Recomenda-se o não esforço em encontrá-los.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Pensamento e envolvimento

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O Pensamento é um atributo do intelecto no aspecto imanente e um sentido superior no aspecto Transcendente. Através da nossa capacidade intelectiva, inerente a nossa condição mental em um Universo regido por Leis implacáveis, nós navegamos por nosso pensamento em inumeráveis possibilidades dentro dos infinitos níveis de manifestação que nos rodeiam, nos quais também estamos inseridos. Por correspondência, o pensamento é a ação excursionista e exploradora do nosso impulso de conhecer, abarcar, vivenciar e dominar, assim como a Mente Creadora É diante da Consciência Cósmica. Agimos através do pensamento, entre outros tantos atributos que nos compõe, representando de forma limitada o que a Mente Creadora É de forma ilimitada.

Sabemos que estamos interconectados, somos UM em essência, mas múltiplos em expressão e sendo o Universo composto essencialmente por Vibração, o pensamento também o é. Assim, podemos tanto influenciar, como sermos influenciados por pensamentos. Sendo que influenciar de forma objetiva requer considerável nível de conhecimento das leis e da energia. Por outro lado, ser influenciado depende do grau de envolvimento e identificação do ser com aquilo pelo qual está sendo com ele ou para ele direcionado. 

Quanto maior a lucidez, quanto mais o buscador consegue se manter em um estado de vigília, "eu Sou Eu Observando", mais facilidade terá para se manter no controle de si e não ser manipulado por inúmeras correntes ideológicas, filosóficas, espirituais, sociais, culturais, históricas etc. Porém, quanto mais se retira as camadas dessa problemática, mais o ser se dá conta de que em última análise, enquanto estiver perceptivamente envolvido pela Imanência e Seu Jogo Existencial, estará de alguma forma identificado com Algo ou Alguém, o que certamente influencia não apenas seu pensamento, mas seu poder ver, poder perceber, poder sentir, ainda que esse algo ou Alguém, seja a própria Mente Creadora.

domingo, 31 de maio de 2015

O Olho de Hórus e seus Sentidos

Diante de algo manifesto nesse Plano temos sempre duas posições de análise possíveis, o sentido exotérico e o sentido esotérico. Em relação ao Olho de Hórus sabemos ter UM Sentido Cósmico, a medida que se refere à Creação do Universo, onde antigos mestres e sábios passaram a associar UM Olho como símbolo dessa Creação. A linha da VOH evidencia o Olho essencialmente sob esse ponto de vista. Contudo, não deixa de trazer uma interpretação complementar das antigas Escolas de Mistérios do Egito. 

O Olho do Deus Hórus sendo fracionado por seu tio Seth, tem Um Sentido Oculto significativo em que é salutar lembrar que tudo quando se manifesta como UM dentro da Imanência inexoravelmente se desdobrará, ou seja, se fragmentará se forma sétupla, sob a lente do Sete. Assim, essa simbologia dos deuses, apontam esotericamente para a Lei do Desdobramento Sétuplo, a qual naquela tempo ainda estava velada e hoje a V.'.O.'.H.'. vem inspirando a revelação de forma tão mais direta e clara.

Nessa análise dos antigos sacerdotes e estudiosos do antigo Egito, o Olho em cada fração estaria ligado a um sentido, onde um símbolo específico (Olho) representa toda a essência do ser e sua manifestação no mundo, em que cada parte teria um sentido próprio.

    
Esta parte do Símbolo aponta para o nariz e também parece com o nariz. Representa o sentido do olfato.

         Se somarmos ( 0,015625 + 0,03125 + 0,0625 + 0,125 + 0,25 + 0,5 ) teremos = 0,984375 que para o inteiro falta  0,0156250 que é igual a 1/64 e que é justamente a parte perdida do olho reconstituída Magickamente por Thoth, e que representa o Sétimo sentido.
 (TRANSCRITO DO SITE: SYMBOLSITE.COM citado em tema de JLE)

Dentre os sentidos destacados o que pode causar um maior estranhamento é o Sentido do Pensamento, evidenciamos que esse sentido está ligado ao aspecto mental do ser. É um destaque fundamental, afinal o ser é mental e assim como Tudo advém do Pensamento do Deus Creador, por correspondência, em cada pessoa, tudo advém dos seus próprios pensamentos, que irão se manifestar a partir dos seus sentidos vitais, os quais o colocam em contato e associação com o mundo.

O Sétimo Sentido, aquele que estaria perdido, na fração que teria sofrido o Olho de Hórus, diz respeito a Intuição. Ela é o canal de ligação entre o Plano Imanente e o Transcendente. É a ponte entre a Mente e a Consciência Cósmica. É a eterna busca dos seres que querem encontrar o caminho da Libertação de Maia e essa simbologia aponta aos buscadores a direção do Verdadeiro Caminho.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Aos buscadores...


Aos iniciantes na linha Hermética de Thoth a orientação é ir com calma, mantendo a tranquilidade e a clareza. 

Naturalmente os buscadores quando se encantam tendem ao deslumbramento, mas a Linha de Thoth evidencia a clareza, o exame, o conhecimento das Leis para aplicá-las em cima de si próprio, de forma a centralizar-se, neutralizar-se, escapando dos fortes impactos do Pêndulo Universal Rítmico, presente em tudo quanto há.

Ao longo do tempo que estamos estudando o Hermetismo e acompanhando estudantes, vimos vendo o deslumbramento de alguns, que muitas vezes vão com sede ao "pote"e querem acessar muita coisa de uma só vez e hora ou outra, em pouco tempo, estão no extremo oposto, se afastam, adormecem, se confundem. O Hermetismo não confunde, ele é claro, mas é muito forte, intenso e ultrapassa as dimensões do intelecto. De forma que se faz necessário sabedoria para estudar, para ensinar e principalmente, para se vivenciar.

Devagar e sempre, pois a teoria é fácil de se obter, a informação está por todos os lados, mas a prática, o Sentir, estão um passo além na Senda. Nem sempre é prazeroso e confortável, somos busca-DOR, essa DOR vem das Verdades Maiores que nos tiram de uma zona de confortos e paradigmas, muitas vezes nos desconstrói para então nos reconstruir em níveis mais amplos. Por tudo isso, o caminho é longo, gradual e contínuo.

Estamos sempre alegres pela chegada dos sinceros buscadores, que nos movimentam, nos renovam, nos revitalizam...

Todo encontro É UM Reencontro! 

Que a serenidade da Luz se faça sentir com sua Sombra de Equilíbrio e Amplidão.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Conhecimento É Sintonia




Somos UM em essência, e é através das encarnações que estamos tirando os véus da nossa percepção, rompendo com os limites e paradigmas que nos aprisionam em nosso próprio ego e com isso podendo acessar as Verdades Universais que ligam tudo quanto há. 

O Conhecimento não é nosso, não é meu ou seu. Ele simplesmente É e Irradia. Nós somos antenas receptoras e quanto mais limpa nossa frequência, mais podemos captar e entender. A rigor, com o desenvolvimento, não ficamos com o Conhecimento morando em nós, embora isso seja uma outra via possível, mas de fato, vamos ficando mais puros - não no sentido dogmático - e com isso captamos mais e melhor.

Que não nos apropriemos do Conhecimento, mas sim que sintonizemos Nele, até que um dia nos tornemos Ele, pois na Realidade nunca deixamos de o ser, apenas não víamos, não sentíamos e não entendíamos.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Ligação com a Egregora .'. .'. .'.


A VOH é uma Ordem que não busca adeptos, não faz propaganda, não realiza convites e promoções de cargos, não possui sedes oficiais, nem dá carta de apresentação para que ninguém fale em nome dela. Ninguém tem legitimidade em se denominar Instrutor ou Mestre dessa Ordem. Contudo, a Ordem também não procurará questionar aquele que assim se declarar. Cabe aos sinceros buscadores perceberem quando e se estão "comprando gato por lebre". 

Existe um Conselho Mundial da Egregora da VOH que se reúne com alguma periodicidade e tem demandas relacionadas as ações mundiais para que os Objetivos Maiores trazidos por Thoth possam de forma crescente serem alavancados na humanidade. Quanto a esse conselho, nada mais podemos dizer.

Em relação a se ligar com Egregora da VOH, qualquer estudante sincero, buscador dessa Senda poderá sentir a Vibração da Ordem, passar por iniciações suprassensíveis, receber símbolos e conhecimentos, provenientes de uma crescente clareza e de uma rede de intuições e correlações que tendem a ampliar e aprofundar a cada dia sua percepção. Com o tempo (relativo) e o desenvolvimento, alguns portais dessa Egregora vem sendo desvelados. Encontrar as chaves certas para abrir os Portais é que é um grande desafio, denotando grande maestria.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

A Conjura do Silêncio e o Terceiro Interesse


A Conjura do Silêncio e o Terceiro Interesse estão atuando na humanidade desde o início da problemática do envolvimento dos seres individuados nesse Plano. A Conjura atuou com mais força no período de maior obscuridade que humanidade vivenciou. Ela é como um braço da força negativa que objetiva não facilitar o des-evolvimento dos seres, já que tem interesse no aprisionamento da linhagem humana e, para isso, influencia decisivamente no obscurecimento dos ensinamentos, destruindo-os, calando-os.

Já o Terceiro Interesse se configura em uma braço de ação da Conjura do Silêncio, que através de movimentos ocasionados pelo intuito de determinadas organizações em se manterem no poder sobre a sociedade e usufruir de benefícios próprios, como a captação  de energia. Nesse intuito tem atuado de diversas maneiras.

Essa ação da Conjura e do Terceiro Interesse, sob as vestes de sistemas religiosos e sociais que visavam (e visam) a manipulação do ser humano, no sentido da continuidade do seu aprisionamento a este Plano, resultou no fato de que uma minoria de pessoas em secretas Escolas de Mistérios, passaram a velar em linguagem e símbolos os Conhecimentos Arcanos, de forma que os protegessem dos profanos e manipuladores.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Da divulgação dos Ensinos Herméticos - .'. .'. .'.




Há muitas variáveis a serem consideradas no questionamento de diversos estudantes sobre a divulgação ampla e aberta dos textos do Mestre Laércio, e nós as estamos considerando. Não negamos a Era do Conhecimento que se aproxima (se aproxima porque ainda não chegou).

No entanto, o que temos neste estágio é, de fato, muita informação, que não corresponde plenamente ao conhecimento. O conhecimento está um grau acima da informação, assim como a sabedoria está em um grau ainda mais elevado, e a cientificação é ainda mais ampla do que a sabedoria.

A informação pode levar ao conhecimento, mas também pode levar à banalização e, o que é mais grave, à deturpação. Podemos nos perguntar ou refletir: a pessoa que acessa o conhecimento não é aquela que já possui um grau de desenvolvimento espiritual que permite tal acesso?

Respondemos: sim e não. O "não" da resposta pode ser facilmente demonstrado pela maioria dos instrutores/facilitadores de Hermetismo que conhecemos. Por diferentes razões, uma pessoa pode ter acesso a determinado conhecimento esotérico sem ter a real preparação para isso, o que pode trazer muitas problemáticas e prejuízos mentais, intelectuais e até espirituais.

Vez ou outra, temos um estudante de Câmaras, principalmente da 2ª e 4ª, que, embora seja acompanhado e esclarecido com dedicação, ainda assim entra em desequilíbrio e precisa, às vezes, de intervenções de diferentes naturezas, inclusive do próprio Conselho Mundial da Ordem sob cuja inspiração estamos. Por isso, a questão não é tão simples.

Quando a resposta é "sim", ainda assim reside uma complexidade perigosa que precisa ser percebida. De fato, aquele que pode acessar o conhecimento é porque já vem desenvolvendo seu grau perceptivo, expandindo sua (cons)ciência ao ponto de assimilar mais. No entanto, o conhecimento é fruto deste plano imanente, é inerente ao universo mental, assim como a cientificação é inerente aos planos mais elevados, os quais sequer podemos analisar.

Dessa forma, se o conhecimento faz parte deste plano, então está sujeito às suas leis, podendo, a partir do uso que lhe é dado, servir ao bem ou ao mal. Não esqueçamos que vivemos em um plano relativo, polarizado e dual. A mesma tecnologia que pode construir equipamentos para descobrir e curar doenças, por exemplo, também pode ser usada para construir uma bomba nuclear e destruir nações, e até a espécie humana.

De que forma o conhecimento mental-espiritual pode ser usado negativamente? De muitas formas. Já aconteceu muitas vezes na história da humanidade e até hoje acontece em um nível ou outro. Os Conhecimentos Arcanos abrem portas inimagináveis para a percepção comum, que neste caso pode ser representada também por mentes intelectualmente privilegiadas, mas espiritualmente sem equivalência.

É por isso, e por muito mais, que a questão da livre e ampla divulgação da extensa, valiosa e iniciática obra do V.I.J.L.E. não é nada simples. Por outro lado, não estamos promovendo o velamento dos ensinos. Pelo contrário, alguns grupos têm trabalhado com seriedade e dedicação por esta causa. Estamos estudando melhores formas de expandir o alcance desses ensinamentos, mas de maneira gradual e responsável.

Para isso, estamos buscando contribuir para que mais pessoas possam se aproximar desse trabalho. Fazemos o melhor que podemos, visto que também estamos todos em formação diante do Grande Mestre THOTH. O trabalho é contínuo, gradual, para a frente e para o alto, conforme nos orienta nosso amado Mestre José Laércio do Egito, que, com este zelo, dedicação e responsabilidade, vem nos ensinando.
Quem tem olhos que veja e enxergue. Quem tem coração que sinta.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Lua




A Lua é uma das mais fortes manifestações da natureza. Em sua essência, ela nos domina e nos rege com sua força maior. Por outro lado, a partir do conhecimento de seu poder e da sabedoria em aplicá-lo, ela nos confere a chave para caminhar de forma mais lúcida e clara pela vida.

Ela potencializa os sentimentos e a vibração. Se formos sábios, agiremos sempre em consonância com a Lua para obter os melhores resultados, o que se realiza por meio da focalização mental.

Lua Nova: É o momento de se focar no que se quer renovar e, principalmente, iniciar.

Lua Crescente: Concentre-se nas coisas que precisam crescer, aumentar, revigorar e fortalecer.

Lua Cheia: Ocorre o ápice. É preciso focar no que há de bom em si para se potencializar. Por exemplo, em um relacionamento, é o momento de focar no que há de bom na pessoa, no que nos faz amá-la, em suas qualidades. Focar nos conflitos tende a gerar uma proporção por demais exagerada.

A Lua Cheia, em relacionamentos afetivos, pode ser vista também como um momento de melhoria. Quando dois seres, em sintonia e com sinceridade, se colocam a analisar a relação e chegam a um acordo sobre o que precisam eliminar de suas vidas, então, juntos, focalizam na Lua Minguante e nos propósitos traçados.

A Lua Minguante, velha sábia, tem o poder de esfriar euforias, trazendo sobriedade e serenidade. Ela tem o poder de levar embora o que estiver atrapalhando o relacionamento.
Esse estado de focalização mental com a Lua é um alto grau de sabedoria. Ele denota um estado do "Eu" presente no aqui e agora, regente e maestro de sua vida.

Um maestro utiliza o potencial de sua orquestra para compor uma harmoniosa peça musical. Ele sabe o momento certo e os instrumentos adequados para levar a música ao ápice, ao êxtase. Assim como sabe delicadamente baixar a vibração, silenciar e acalmar a música em uma longa alternância de ritmos que, no conjunto, formam uma verdadeira obra de arte. Assim é a vida de cada ser humano, quando, é claro, deixa de ser regido para se tornar regente. O Conhecimento possibilita o primeiro passo, e a Sabedoria determinará o verdadeiro mestre de si mesmo.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

A Lei do Ritmo

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O Ritmo é uma Lei que fundamenta todas as manifestações do Universo, assim como os demais Princípios, está presente em Tudo Quanto Há. Qualquer estrutura para que possa ser considerada, percebida, analisada, deve estar pautada em algum nível de Ritmo. É ele quem ordena as coisas, sejam elas micro ou macro. Assim, uma estrutura vibratória, uma onda, cor, sensação, forma, som etc, só pode existir através de um ritmo que o fundamente. Mesmo onde há desarmonia, existe um Ritmo atuante, ainda que um ritmo de desordem, pois ele está acima da Relatividade e de qualquer paradigma. 

É o Ritmo quem marca o dia e a noite, as estações do ano, as fases da lua, a Rotação, a Translação, a Respiração de Brahma, o nascimento e a morte. De acordo com a Ordem Pitagórica, que está em plena Consonância com a VOH, pois ambas advém da mesma fon-te: as Escolas de Mistérios do Antigo Egito, o Ritmo, junto com a Vibração evidenciam toda a estrutura do Universo.

O bom entendimento dessa Lei pode ser de grande valia para qualquer ser em des-envolvimento. Alguns mestres, iniciados e magos e de diferentes linhas, aplicam o conhecimento da Lei do Ritmo em seu favor. Entendendo que a própria energia vital obedece ao comando de ritmos que podem ser bons ou não ao ser, aplicam esse conhecimento em pra-ticas que aumentam a quantidade e qualidade de sua energia, de forma que podem expandir seu poder pessoal, seus dons e acessos aos conhecimentos superiores.

Intrínseco ao Ritmo existe um Pêndulo, é a parte mecânica dessa Lei que atua pro-movendo o movimento de todas as coisas de um extremo ao outro, expande-se até onde a estrutura em expansão tem condições de ir e em seguida em igual proporção se contrai até os mais profundos limites. Como todos vivem passíveis a esse Pêndulo, naturalmente, são arrastados pelas marés e constantemente vão de um polo ao outro. No aspecto biológico, vão dá doença à saúde, nascem e morrem - renascem, emocionalmente, vão da euforia a melancolia, das lágrimas ao riso, na percepção existencial, dormem e acordam, estão sono-lentos, estão em vigília, e isso pode ser percebido em qualquer estrutura, seja da natureza que for. Se algo estiver manifesto no Universo Mental, está sujeito ao Ritmo, ao Pêndulo, bem como a todas as Leis Universais.

O sábios aprendem a usar as Leis contra (ou a favor) as Leis, de forma que ascendam por elas e passem a usá-las a seu favor, em alguns níveis da Manifestação, ao invés de serem arrastados, dominados por Elas. Contudo, isso corresponde apenas a alguns níveis, pois nas mais altas esferas que podem ser alcançadas e habitadas pelas elevadas Hierarquias, ainda lá, as Leis existem e estruturam aqueles Planos.

Não existem receitas prontas, ninguém pode dar fórmulas, embora facilmente sejam encontradas algumas promessas pelo meio místico. É preciso estar alerta, duvidar e examinar bastante as ditas chaves que são apregoadas por todos os lados, pois o caminho é indi-vidual e está acima do exotérico, daquilo que pode ser divulgado e ensinado. O que há de melhor a ser percebido e que podemos aqui dizer, sem querer concluir nada, é que se pode usar a propulsão de força-energia de um polo para ascender ao outro. Mas lá chegando é preciso saber manter-se, equilibrar-se e nisso reside uma grande arte, na qual a Vibração e a Criação são a Base.

Certamente, estudando o Ritmo e suas implicações no Universo, já se está em claro caminho de favorecimento do alto des-envolvimento espiritual. 

terça-feira, 28 de abril de 2015

1=7+5=12=1



1 = 7 + 5 = 12 = 1


Os Princípios Herméticos em essência são UM SÓ. Eles se manifestam como 7 Princípios e têm como Base para sua manifestação as 5 Bases Universais, também chamadas de Condições ou Princípios Ocultos. No total são 12, mas em essência São UM. Por isso, não se pode ver um sem que possam ser visto os outros. Não haveria o Gênero sem a Polaridade, pois como veríamos ativo e passivo sem perceber que ambos na Realidade são a mesma coisa, mas em polos opostos. A Correspondência nos afirma que o que há em cima é como o que há em baixo, dentro é como fora, ora, o que é cima e baixo, dentro e fora, senão Polaridades da mesma coisa. A Vibração se manifesta em ondas por diferentes frequências, o que é uma onda senão um Ritmo contínuo que atinge um determinado alcance para uma direção e em seguida para a direção oposta (Polaridade). E dessa forma poderemos relacionar cada um dos Princípios, exercício que desperta abertura perceptiva para muitos dos Arcanos e Esotéricos Ensinamentos.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Símbolos...



O deus Hórus sustenta duas barcas, cada uma com um olho guardado pelas najas empinadas. Assistem ao deus, seus pais ajoelhados: Osíris, deus da ressurreição, e Ísis, grande deusa Mae; além de dois babuínos, mensageiros do deus Toth, deus da sabedoria. Nos cantos, sustentadas, erguem-se salas onde oferendas de comida, incenso ou fogo é feito aos deuses da Lua, Toth (com cabeça de íbis), e do sol, Ra (com cabeça de falcão). Deitado no teto das salas está aker, a esfinge dupla, guardiã dos portais do Mundo Subterrâneo, nas fronteiras da Terra. Aker sustenta num patamar vários seres humanos que representam a humanidade. Importante ou não, a cena se repete em circulo e tudo dentro de um quadrado.

Antero Carvalho


Vale lembrar que, essa diversidade de símbolos é uma expressão tão natural quanto qualquer outra manifestação do Mundo Imanente. Lembremos que Tudo provém do UM, mas, ao se manifestar nesse Plano, se fragmenta e desdobra-se infinitamente, gerando inúmeras faixas vibratórias e linhas de compreensão. Os símbolos são como as linhas de compreensão, embora diferentes para cada povo, época, religião, têm o potencial de levar ao destino Final, onde todas as coisas são Únicas por adaptação.
Priscila Dias

sábado, 25 de abril de 2015

Missionários

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Os Missionários que Vêm à Terra, provém de duas origens, aparentes, conquanto sabemos ser Tudo Um. Podem proceder da própria linhagem de Sophia, ou seja, seres humanos que vêm em UM processo de des-envolvimento e chegam a atingir as mais elevadas esferas, porém, por amor aos seus demais irmãos, os quais reconhecem como si mesmo, decidem por ainda não se Libertarem, mas sim voltarem para ensinar o Caminho para mais irmãos, juntando-se dessa forma a Egregoras que estão imbuídas desse propósito. Há ainda, os seres que provém da Linhagem Christus, estes são puros, não passaram por envolvimentos e como Avatares estão desde o início do engano de Sophia  Vêm se movimentando pela Imanência e irradiando as Faces do Poder Superior para que os seres iludidos possam reconhecer a Realidade e se afastar da Ilusão. E há ainda a Própria Manifestação do Poder Superior que sustenta Tudo, fazendo de Si UM Palco Cósmico, onde Tudo se Manifesta, se Movimenta.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O Certo, o errado e Nenhum dos dois...

Todas as verdades são meias verdades. Os diferentes caminhos dialogam com as diferentes linhas de compreensão e estão de acordo com as infinitas possibilidades que compõem o mundo imanente.

Visto que, no universo, tudo se desdobra setuplamente ad infinitum, não há quem tenha propriedade para julgar o que está certo ou errado nesta ou naquela linha. Certo e errado são valores relativos, carentes de uma referência fixa para fundamentar a análise e o julgamento.

Mas, como nada é fixo neste plano e tudo vibra, se move e se desdobra, o que está certo para um ser é aquilo que não lhe gera culpas, portanto, não o faz sofrer. É aquilo para o qual seu querer genuíno o direciona e que sua intuição sentencia como correto para si.


Teoria dos Códigos - aprofundamento na Segunda Câmara Hermética.

A Árvore da Vida

Quando houve o primeiro movimento da Mente Criadora, a partir do seu querer criar e manifestar a existência, foi necessária, por parte da Mente Criadora, uma ordenação dos elementos constitutivos do universo mental. Uma incrível estruturação sob a qual as qualidades inerentes aos planos e as leis intrínsecas à elaboração da Imanência podem se manifestar.

O esquema da Árvore da Vida expressa uma organização em 10 Sephirots, onde cada um deles processa uma qualidade da estrutura à qual está relacionada. De uma ótica macro, percebemos todo o mundo imanente expresso em um esquema de árvore. Contudo, como o universo se desdobra ad infinitum, de acordo com a própria Cabala, cada plano e seu respectivo desdobramento também se manifesta a partir de uma Árvore.

Como as fragmentações são ilusórias, todas as árvores estão conectadas, formando uma grande Rosácea Cósmica. Quanto ao esquema, já houve e ainda há várias representações da Árvore da Vida.

sábado, 18 de abril de 2015

O Corpo é o Espírito

A separatividade entre corpo e espírito é uma faceta analítica da mente dual. Na Realidade, o corpo é o espírito. O espírito ao vir encarnando vem passando por uma processo de alterações vibratórias que obedecem a Leis estruturais complexas e inerentes a faixas e planos que compõem o Universo Mental, a Matrix Cósmica. O Espírito vem se densificando de Eu (Kether), onde a vibração é mais Fina e elevada, para corpo Astral, corpo Etérico, até o corpo físico. Assim como ocorre com o Universo como um Todo que em essência É UM, mas que obedecendo a Leis se Desdobra infinitamente gerando a ilusão da fragmentariedade, da mesma forma, por Correspondência, o Ser em essência é um e vem se desdobrando, seguindo leis, para se manifestar, na ilusão da separatividade que o leva a se perceber como diferente de tudo o mais. Eu (O ser) não sou um espírito que tenho um corpo. Eu Sou um espírito vibrando em diversas faixas e me manifestando por elas de acordo com sua leis.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Força Centrífuga Universal


O que está em baixo é como o que esta no Alto.

As Leis que regem o Plano Físico se correspondem as que regem o Plano Espiritual.
Pelo conhecimento de um chega-se a conhecer o outro.

No Plano Físico, ainda que normalmente os seres não reflitam sobre isso, algo acontece que mantém todos presos a atmosfera da Terra de forma que não saímos voando pelo espaço a fora. Sabemos que existe um força imperiosa chamada Gravidade que é responsável por este fenômeno, é graças a ela que a vida se desenvolve como a conhecemos e a vivemos nesse plano terrestre.

A nível de Plano Espiritual ocorre algo semelhante. Existe uma Força poderosa que pressiona o ser para a densidade, que envolve a consciência em parcelas que se destacam individuadas e que são impelidas para baixo, no sentido do seu estado de percepção e manifestação da Consciência no Universo Mental. Essa é a Força Centrífuga Universal: Mistério do Poder Superior.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Do Jogo da Existência...

A tendÊncia de todos os buscadores, ou seja, daqueles que já estão em estado de percepção mais adiantado diante das problemáticas da Existência, é chegar nem certo momento ao desejo de não querer mais jogar, de entender que há uma imposição, uma limitação do ser dentro desse Jogo que o impede de ser livre, ou melhor, Liberto. Esse é um estágio muito importante e perigoso quando atingido. É preciso ligar-se aos preceitos de Salomão: Percepção, Prontidão, Prudência, Paciência, Perseverança e Perfeição. Corre-se o risco de depertar desejos suicidas em quem não está preparado, mas afirmamos, esse não é o caminho, ao contrário é motivo de maior aprisionamento ainda. A única saída, independente da porta que se encontre, está no Caminho, no Conhecimento, na Cientificação, no Domínio, na Energia...

Não é possível sair do Jogo sem jogá-lo, nisso reside uma grande Angústia. Também não possível jogá-lo bem, direcionando-se ao vencimento sem entendê-lo. Assim, sem dúvida, é na Chave para a Libertação que reside o porquê de jogar o Jogo da Imanência. Pelo seu modus operandi entender a Face do seu modus faciendi e nessa Cientificação encontrar-se com a Chave. Destacando que a Porta apenas se apresentará com a adequada quantidade e qualidade de Energia sob o domínio do ser, o que também é adquirido e desenvolvido dentro do Jogo. E ainda, para que a Chave seja girada e a Porta aberta será necessário a sintonização Vibratória com o Querer Primordial, Força Maior da CrEação. Mas ainda, nesse estágio, a Fase Final, há o grande Chefe Cérbero, com suas três cabeças e o objetivo de causar a desistência do ser e, consequentemente, seu retorno ao Jogo.

Por isso a importância de se conectar as Fontes Verdadeiras, pois Elas orientam o jogador e irradiam para ele a saída e a Vitória.

Da Percepção de si...

A Humanidade tem encarnado em um processo de expansão, partindo do Um Pleno para o um individuado, gerando o "Nós". É um processo de mão dupla deveras interessante, pois o Todo, em dado momento, quis ser UM, manifestando-se então como Mente Criadora. Com isso, passou a criar individuações de Si, e essas individuações foram bem-sucedidas no objetivo de gerar seres individuados. Contudo, como provêm do UM, esses seres sentem falta Dele. Afinal, embora sejam um, não se sentem como UM, e sim como parte fragmentada e afastada da Origem. Com isso, buscam incessantemente esse Retorno.

Buscando fora, não podem encontrar nada além do que encontram buscando dentro. É então que a percepção de si pode ser ressignificada e utilizada como primeiro estágio para um longo processo de Des-envolvimento, no qual se libertará das camadas de ilusão pelas quais foi envolvido pela Mente Criadora. Nesse nível, perderá a percepção de si enquanto ser individuado e ganhará a percepção do SI Superior, do UM e de Nós. Portanto, a Percepção de si poderá ser vista e revista, construída, desconstruída e reconstruída em níveis mais amplos.

sábado, 14 de março de 2015

A turbulência como reflexo da referência



Sabemos que no Universo nada está parado, tudo se Move, tudo vibra em diferentes faixas e se desdobra setuplamente em níveis e níveis de planos distintos, que hora se interrelacionam, hora se afastam uns dos outros a partir da frequência e ressonância entre eles. Para nós, seres individuados, dotados da capacidade analítica-intelectiva, o grande X da questão que você coloca está na PERCEPÇÃO. Esta se apresenta em diversos níveis, adequados também ao grau de alcance expansivo da autociência do ser.


Muito daquilo que o ser visualiza faz aflorar no subconsciente informações fragmentárias que estão como que num estágio onírico e que ultrapassam os limites das faixas vibratórias que são consideradas normais, por um determinado conjunto de códigos estabelecidos, aceitos e reforçados pela maioria.

E disso advêm questões muito importantes, pois o ser tende a se apavorar diante dessas percepções de primeiro nível, aos quais tendem a ser assustadoras e gerar ideias e até mesmo conceitos difusos e errôneos em sua maior parte. Isso ocorre porque a mente busca desesperadamente estabelecer sentido para tudo aquilo quanto percebe. Nesse desespero tende a buscar associações com aquilo que já conhece o que normalmente limita a expansão da cosmopercepção do ser e o leva a interpretar com base em fragmentos dos que nele mora, do que julga conhecer.


Pensemos em um observador que não tem a capacidade de abstração diante da hélice de um helicóptero, ele pode achar aquilo turbulento, até mesmo aterrorizante quando em movimento. Outro observador, um engenheiro de helicópteros por exemplo, o piloto e qualquer ser que consiga abstrair a hélice, compreendendo sua função para além do visto, considerará aquilo uma engrenagem harmônica e maravilhosa. A turbulência é sempre uma classificação apoiada em algum nível de referência. Amplia-se a referência tem-se a ressignificação da turbulência.


Num outro exemplo, se o coração descompassa em uma arritmia cardíaca, instala-se imediatamente uma turbulência no sentido vital do ser, pois aquele não é o padrão aceito pela estabilidade funcional com a qual o corpo está acostumado. A mesma intensidade de batida em uma criancinha pode ser considerada perfeitamente harmônica e coerente com aquele organismo. Logo, a aparente turbulência da arritmia só o é em função da referência imanente pela qual é tomada e/ou sentida. Sempre será o referencial quem dará a ideia de turbulência ou harmonia, em essência, na Transcendência qualquer ideia de referência perde o sentido. Nenhum conceito é real.

Assim, a turbulência denota um estágio da percepção de determinadas faixas vibratórias que ultrapassam os padrões de referências do ser diante de determinado evento ou coisa. Tudo é Vibração e os conceitos que são estabelecidos como sendo "isso" ou "aquilo", nada mais são do que a tentativa obstinada da mente de fragmentar, analisar, conhecer e classificar. Mas como tudo é relativo, é sempre uma questão de referência. O que pode para um nível parecer uma turbulência, para outro pode ser perfeitamente uma harmônica sinfonia.

terça-feira, 10 de março de 2015

Relatividade da Polaridade


Diante do presente movimento de acensão perceptiva da humanidade, muitos estudantes podem analisar que ocorre um impulso do pólo oposto ao que foi vivenciado pela humanidade nos tempos de grande ignorância das Verdades Esotéricas pelo qual passou a humanidade. Sabemos que a polaridade é implícita a tudo quanto se manifesta, assim, a partir de uma dada referencialidade, parece imperar um pólo mais do que outro, mas por outra referencialidade análoga o inverso se fará sentir.

O mal e o Bem são relativos na Manifestação. Por exemplo, Kether em uma árvore, é certamente malkut em uma oitava abaixo, por outro lado, malkut em uma arvore, ou seja, o que é mais denso para uma faixa, pode representar kether para outra, por tanto um mesmo ponto, a partir da referencialidade pode ser o inferno ou o céu. Isso complexibiliza a análise e é pela Correspondência entre os Planos da Manifestação e o conhecimento da Lei do Ritmo, com seu implacável Pêndulo, que a questão da Polaridade, pode ficar mais clara de ser entendida.

Pelo Ritmo, sem dúvida, a humanidade vivencia uma compensação de um longo período de obscurantismo que reinou. Contudo nada é estanque, nem mesmo as Leis. A Causalidade não pode ser ignorada. Por isso é que os Desdobramentos são infinitos dentro da Existência.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Alerta .'. .'. .'.

"Como uma das organizações guardiãs do cumprimento dos Princípios Herméticos a Ordem não aceita a predominância de uma polaridade sobre a outra, porque para que exista harmonia tem que haver o equilíbrio dos opostos.
J.'.L.'.E.'.


Por essa e outras questões é que é grande a nossa responsabilidade, de todos nós que nos sentimos chamados e envolvidos por esse momento de maior clareza para o qual a humanidade vem gradualmente se aproximando. Todo cuidado do mundo ainda não basta para o impacto da natural polaridade que desponta como Compensação para esse grande Movimento em Busca da Era da Consciência que vem se instalando pelo Mundo Imanente.

domingo, 1 de março de 2015

Percepção de mundo...


A ideia de criação da realidade é um assunto bastante abrangente, estudado com mais profundidade em Câmaras mais avançadas. Mas dentro dos estudos da Primeira Câmara podemos refletir que se pelo Monismo Tudo É UM, logo, Tudo já Existe como potencial. Todas as possibilidades estão plasmadas no Infinito Oceano de MA. A Mente tem como atributo essencial o fragmentar para perceber, o juntar, associar para conhecer. É como uma imagem rachada formando um grande mosaico (Mosaico Cósmico), a percepção do ser, não consegue dar conta de toda a imagem, então capta pedaço por pedaço e através dos Atributos do Intelecto busca incessantemente construir o sentido daquilo que julga conhecer. Esse Movimento acontece ao nível micro do próprio ser e por Correspondência ao nível macro, o Nível do SER Transcendental, que em última análise, jamais conhecerá toda a imagem pois É a Própria Imagem, e a única forma de conhecê-La seria olhando-a de fora, mas nada há fora do TODO. A observação que gera a criação do mundo pessoal do ser é tanto ativa, quanto passiva, pois essas qualidades denotam o Princípio do Gênero, presente em tudo quanto há manifesto nesse Universo. A crença estabelecerá a quase absoluta construção da realidade de cada um. É pela crença que existimos e isso perpassa por vários níveis...Essas crenças tanto são enraizadas nos seres por uma ação exterior - meio social, códigos de condutas etc - quanto por razões interiores, inerentes ao ser, como por exemplo a partir de seus sentidos físicos vitais.

"...O mundo que percebemos, portanto, é aquilo que aceitamos como realidade, a qual é própria de cada um porque na observação de alguma coisa, a quase totalidade daquilo que é observado, resul­ta apenas das condições de cada observador. A imagem que se forma como percepção das coisas está condicionada pelos limites das percepções dos sentidos físicos, pelos conceitos, pelos condicionamentos mentais, etc.
Nas percepções das coisas há uma faixa enorme de pontos comuns para os seres de uma mesma espécie, ou seja, os seres de uma mesma espécie têm um tanto de percepções que lhes são comuns, mas, mesmo assim, ainda existe uma faixa enorme onde se situam as inúmeras percepções individuais.
Assim, o mundo onde vivemos apresenta-se com uma infinidade de características comuns para todos os seres humanos e é isso o que constitui o universo dos homens e o fato do mundo ter um aspecto semelhante para os seres humanos; mesmo assim isso não significa que ele seja realmente como o ve­mos.
São as percepções limitadas dos seres humanos que uniformizam o mundo com determina­das características, mas as suas formas e naturezas definitivas, isso é, o seu aspecto realidade não é conhe­cido, nem ao menos se tem a mais ínfima idéia de como seja.
É suficiente que se alterem os órgãos sensórios, ou que haja modificações nas fontes de percepções, para que tudo se modifique de uma maneira fantástica, e conseqüentemente as conscientize­mos de forma diversa. De um modo absoluto não há uma Atualidade para o universo, pois nele há um dinamismo fantástico que tudo modifica num ritmo alucinante...."
JLE

A suceptilidade da Alma (breve análise)



Sendo a alma a porta de percepção do mundo sensorial, a qual percebe a partir dos sentidos físicos e outros órgãos sensoriais mais sutis, logo, a alma está sujeita a entrar em diversos níveis e planos vibratórios a partir de determinada alteração do estado de percepção do ser.

É possível que a alma se envolva perceptivamente em algum dos Planos ao qual incursiona passando haver uma separação entre os corpos que constituem a atualização do "eu" encarnado que atualiza sua existência dentro de um recorte no tempo da Imanência. Ou seja, o ser encarnado tem um corpo físico, corpo etérico, corpo astral e o eu. Sendo a alma a força que permeia e articula esses corpos. Ao se envolver em determinado nível vibratório está sujeita a não mais dialogar naturalmente com todos os corpos que compõe o ser. 

Exemplos disso podem ser percebidos através de pessoas que passaram por profundas experiências psíquicas, com o uso de substâncias psicoativas, como o LCD entre outras e que não conseguiram voltar. Perigos dessa natureza podem ocorrer em sonhos projetivos e certas praticas magísticas, sob as quais não se há conhecimentos adequados e energia e domínio necessários.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Textos originais do Mestre José Laércio do Egito - Estudos Universais .'.E.'.U.'.


No Grupo Estudos Universais, optamos por disponibilizar os textos do Mestre José Laércio do Egito em seu formato original, sem revisão. O Mestre Laércio escrevia de forma muito rápida, produzindo, por vezes, dezenas de textos por dia. Embora alguns erros ortográficos e poucos erros gramaticais estejam presentes, o sentido geral é facilmente compreendido por qualquer leitor.

Além disso, os textos contêm inúmeros mistérios e chaves iniciáticas em símbolos, letras e outros elementos, o que confere à leitura um significado mais amplo do que o nível intelectual. Por essa razão, consideramos perigoso realizar revisões, a menos que sejam feitas com extremo cuidado, pois há o risco de perder chaves importantes para a compreensão esotérica do conteúdo.

Pensamento - conexão - egregoras



O pensamento é um caçador de vibrações, é como uma antena sempre a sintonizar em ondas que são emitidas por fontes diversas que se emaranham por numerosos níveis e planos, desdobrando-se imensuravelmente. Uma egregora se origina de certa condensação de vibrações recíprocas que tendem a se expandir continuamente enquanto houver seres a sintonizarem em sua frequência de forma a reforçá-la. Ou seja, A egregora é a condensação da energia-ideia essencial. Enquanto que o pensamento é o movimento da mente em atração ou busca pela frequência irradiada a partir de determinada fonte emissora (egregora), que por sinal não apenas emite, mas também se abastece das vibrações que lhe chegam a partir da intensidade dos acessos que recebe. Há, portanto, um via de mão dupla no qual transitam todos os Princípios Universais, que estão desfilando para aqueles que já podem ver.

Isso não quer dizer que apenas por se pensar, já se está conectado, pois por serem frequências estão vibrando no ar e facilmente podem ser captadas pelo pensamento, o que determinará a conexão será a intensidade da focalização, da valorização e, principalmente, da materialização de ações sob a influência daquela irradiação. Um pensamento, da mesma forma que entra na percepção da pessoa, pode também sair dela.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A Magia...

Hermetismo e Magia
É certo que, no que se refere à Magia, muito tem sido distorcido ou abordado apenas superficialmente. Existem, de fato, muitos "papagaios" no meio dos estudos herméticos que, ao ter acesso a conceitos e ensinamentos, passam a repeti-los sem vivenciá-los com propriedade. Isso, na verdade, não é algo maléfico; denota apenas um grau do desenvolvimento psíquico do ser.
A Magia, vista pelo Hermetismo da Linha da VOH, não é apenas muito mais ampla, mas também traduz e redimensiona, em última análise, a Mais Alta Magia que a linhagem humana buscará desenvolver no processo de Libertação do Mundo Imanente.

A Origem do Conhecimento Hermético
É certo que Thoth – Hermes Trismegisto – foi o responsável pela estruturação das Leis Herméticas e das Escolas de Mistérios — Câmaras Espirituais — que aprofundavam especificamente em cada Ciência, entre elas a Magia. Ao longo dos tempos, com o declínio daquela civilização, o conhecimento fragmentou-se e espalhou-se pelo mundo, ganhando diversas conotações ao contato com outras linhas de investigação. Embora tenham a mesma origem, elas adquirem os valores culturais e perceptivos de cada povo ou civilização. Sabemos que nos registros de antigas civilizações há citações da magia egípcia, da caldaica, da fenícia, da persa, da judaica (representada na Cabala), além de haver indícios de que povos de continentes extintos também exerciam magia.

Magia, Mentalismo e Alquimia Mental
A partir do movimento mentalista, que teve um grande impulso no final do século XIX e início do século XX, tem ocorrido uma grande simplificação da Magia. Há muita confusão entre Magia e Alquimia Mental, sendo características de uma atribuídas à outra.
“A Magia visa despertar poderes pela utilização de práticas ritualísticas com objetos e símbolos que servem como 'suportes' para a sintonia mental precisa” – JLE.
Em essência, a Magia — que não é o mesmo que ilusionismo teatral ou prestidigitação — requer alguns subterfúgios imprescindíveis para acontecer, como ambiente adequado, objetos especiais e rituais precisos. Sem o intuito de aprofundar aqui, destacamos a existência da Magia Mimética, Magia Encantatória e Magia Talismânica, também chamada magia dos pentaclos ou dos amuletos. Essa noção, bem básica, mostra que a Magia não é simplesmente o que vem sendo afirmado por mentalistas ou hermetistas que não têm uma base mais profunda. Na Linha da VOH, fica claro que existem grandes processos para se chegar a algum domínio da Magia e, com isso, também a uma maior propriedade para falar sobre ela.

O Princípio do Mentalismo e a Alquimia Mental
Um outro ponto de confusão dentro dessa questão, certamente, está na interpretação do enunciado que afirma “O Universo é Mental” – Princípio do Mentalismo. Sem dúvida, o Universo é Mental, e tudo existe na Mente do TODO. É possível realizar qualquer magia e criar qualquer realidade a partir da mente. Nessa esfera reside a arte da Alquimia Mental, pois tudo que existe manifesto no Universo, seja no nível que for, é Vibração, circulando em diferentes frequências e faixas vibratórias. Pela Arte da Transmutação Mental, qualquer vibração pode ser alterada, resultando naquilo que se quer criar, sempre dentro das Leis Universais, pois nada escapa a elas. Contudo, isso requer grande maestria, e é tolice acreditar que, sem as Chaves e o Conhecimento Arcano adequado, se pode atingir esse patamar.
A Humanidade caminha para o mergulho na Mente Universal, para a volta ao UM, mas esse processo de Éons não deve ser projetado nas vivências ilusórias do Plano Imanente, de forma a se confundir com o próprio Poder Superior. Como afirma o Caibalion: “Quão diferente é esta da horrível meia-verdade tão estrondosamente anunciada por alguns dos falsos sábios, que enchem a atmosfera dos seus gritos: ‘Eu sou Deus!’ Imaginai o pobre diabo de Micawber ou de Uriah Heep, gritando: ‘Eu sou Dickens’; ou algum dos humildes bobos das peças de Shakespeare, anunciando com grandiloquência: ‘Eu sou Shakespeare!’ O TODO está até na minhoca, contudo, a minhoca está longe de ser o TODO.”

A Abordagem da Linha da VOH
É por tudo isso que o Hermetismo da Linha da VOH não enfatiza a Magia, ao menos não nas Câmaras iniciais, onde o estudante buscará, antes de mais nada, entender esse Plano, conhecer as Leis que o regem e compreender os mecanismos dos códigos sócio-histórico-culturais que aprisionam o ser. Estudar a Mente e a Consciência, ou seja, compreender o Plano Imanente e especular analiticamente sobre o Transcendente, sendo levado a senti-lo. Então, vem o estudo da Energia e do Universo Virtual, universos paralelos, multiversos, o aprisionamento e a Libertação. A partir disso, tudo é ressignificado, e percebe-se a ilusão em que muitos magos se aprisionam, por apego à magia, pelo desfrute de um suposto prazer gerado por um poder relativo que muito mais limita do que expande. No entanto, é válido frisar que essas altas análises, em nenhum momento, fazem com que a Magia seja reduzida ou simplificada; apenas ressignificada em prol dos sentidos mais amplos relacionados à Libertação.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

DEUS segundo Baruch Spinoza - (Filósofo holandês do século 17)




"Pára de ficar rezando e batendo no peito!
O que Eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. 
Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a Minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.
Aí é onde Eu vivo e aí expresso Meu amor por ti.
Pára de Me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não Me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver Comigo. Se não podes Me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não Me encontrarás em nenhum livro!
Confia em Mim e deixa de Me pedir. 
Tu vais Me dizer como fazer Meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de Mim. 
Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo.
Eu Sou puro amor.
Pára de Me pedir perdão. 
Não há nada a perdoar.
Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.
Como posso te culpar se respondes a algo que Eu pus em ti? 
Como posso te castigar por seres como és, se Eu Sou quem te fez?
Crês que Eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.
A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. 
Não há prêmios nem castigos. 
Não há pecados nem virtudes. 
Ninguém leva um placar. 
Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.
Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... 
Do que mais gostaste? 
O que aprendeste?
Pára de crer em Mim - crer é supor, adivinhar, imaginar.
Eu não quero que acredites em Mim. 
Quero que Me sintas em ti.
Quero que Me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-Me! 
Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Me aborrece que Me louvem. 
Me cansa que agradeçam.
Tu te sentes grato? 
Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.
Te sentes olhado, surpreendido?... 
Expressa tua alegria! 
Esse é o jeito de Me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre Mim.
A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas.
Para que precisas de mais milagres? 
Para que tantas explicações?
Não Me procures fora! 
Não me acharás. 
Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti "

sábado, 31 de janeiro de 2015

Estamos dançando...


"Dançamos a dança da vida, no palco do tempo, teatro de Deus..."
Sagrado Coração da Terra


Quando o ser atinge um maior grau de lucidez, ele compreende as leis do universo e percebe mais facilmente a teia de códigos que nos cerca.

Essa teia dita as regras e os paradigmas que condicionam as condutas e crenças das pessoas. Todos os graus de importância atribuídos às coisas são apenas variações da mesma coisa, pois os valores são sempre relativos.

Nossa busca deve priorizar a não valoração por graus, mas sim o conhecimento da Essência Primordial que está por trás de tudo o que existe. Nada deve ser rigidamente moldado na forma do certo ou errado, pois tudo está em movimento e nós estamos dançando.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Percepção da Egopersonalidade e Personalidade Essencial



Existe uma expressiva discrepância entre a egopersonalidade e a personalidade essencial que compoe a dualidade do Eu que todo ser humano possui. De fato uma dificilmente reconhece a outra, devido a grande diferença vibratória entre elas, sendo uma mais ligada aos desdobramentos objetivos do ser (Egopersonalidade) e outra aos aspectos subjetivos (Personalidade Essencial). E se já é difícil de uma perceber a outra no próprio ser ciente, ainda mais será percebê-las em outro ser. Dessa forma a egopersonalidade de uma pessoa perceber a sua personalidade essencial é algo praticamente impossível, pois são desdobramentos de sephirots que sequer se ligam. Assim, naturalmente, para alguém em estado lúcido com sua personalidade essencial, o que acontece em estados alterados de percepção, será de fato mais simples de perceber personalidade essencial de outrem. Também pela ótica de sua egopersonalidade será mais simples perceber a egopersonalidade de outros. Existe, portanto, um caminho de desenvolvimento das capacidades perceptivas superiores para poder se contatar de forma mais precisa aquilo que é mais sutil e essencial em uma pessoa. Algumas pessoas já nascem com essa capacidade, outras a desenvolvem com facilidade a partir de estudos místicos direcionados, como Leitura de Aurea, Reiki, Visualização etc. Certamente são pessoas que em encarnações anteriores já trilharam por esta Senda e agora só fazem reencontrar uma habilidade já desenvolvida. Contudo, a pessoa que não se sente ainda tão preparada para essas leituras mais finas da essência dos seres que lhe rodeiam podem, a partir do conhecimento das estruturas, leis e propriedades desse processo se aproximar com maior precisão, ainda que não plena, através de um acionamento intuitivo, de uma limpeza dos pré-julgamentos e valores objetivos e materialistas que alimentam a egopersonalidade. A partir disso a pessoa vem se aproximando mais da essência daqueles que lhe cercam. Porém, é deveras relevante ressaltar a importância da pessoa buscar exercitar isso em si mesmo, buscando a cada dia se conhecer, reconhecendo essa dualidade do seu Eu e a maneira como cada uma das duas características atua, compreendendo em que estados consegue se conectar e perceber a atuação mais de uma ou outra. Por esse autodesenvolvimento pode-se mais facilmente iniciar-se misticamente na habilidade de perceber o outro em níveis mais finos e superiores, reconhecendo aquilo que está para muito além do visto.