Todas as verdades são meias-verdades. Os diferentes caminhos dialogam com as diversas linhas de compreensão e alinham-se às infinitas possibilidades que tecem o mundo imanente.
Visto que, no Universo, tudo se desdobra setuplamente ad infinitum, ninguém detém a prerrogativa de julgar o que é certo ou errado nesta ou naquela via. Certo e errado são valores essencialmente relativos, destituídos de um referencial fixo que sustente análises e sentenças morais definitivas.
Como nada é estático neste plano — onde tudo vibra, se move e se transmuta —, o que é correto para um ser é aquilo que não lhe engendra culpas nem alimenta o próprio sofrimento. É a rota para a qual seu querer genuíno aponta e que sua intuição mais profunda consagra como justa para si mesmo.
Teoria dos Códigos — aprofundamento na Segunda Câmara Hermética.
Nenhum comentário:
Postar um comentário