
Esta página não pretende mais do que abrir um espaço de conexão ao buscador que chega à Venerável Ordem Hermética. De que forma? Através da Ressonância Vibratória. Como disse o Nous à Hermes Trimesgisto - Corpus Hermeticum: " Firma o pensamento no que queres aprender e eu te instruirei". Se está sinceramente em busca das Verdades Arcanas, temos os Cursos das Câmaras Herméticas de alguns Veneráveis Instrutores. Solicite matrícula no email: estudosuniversais@gmail.com Obs: Curso Gratuito
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...Todo encontro É UM reencontro...
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Conceito = Imposição e Refutação. Conhecimento = Análise e Libertação

quinta-feira, 4 de junho de 2015
Símbolos .'. .'. .'.
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Tome-se como exemplo a lemniscata: diante dela, alguém desprovido de qualquer contato com o sistema numérico jamais afirmaria tratar-se do algarismo oito — seja ele deitado, ereto ou inclinado —, por absoluta carência de repertório associativo. Por sua vez, quem domina os números, mas desconhece o termo "lemniscata" ou o conceito de infinitude, enxergará no máximo um oito disposto na horizontal. Já um indivíduo com maior bagagem conceitual evocará de imediato as noções filosóficas e físicas de eternidade e infinito. Assim, o mesmo glifo expõe-se a diferentes graus de instrução, cabendo aos mais preparados decifrar prontamente a chave posta diante de si à medida que o símbolo se desvela.
Tal dinâmica, contudo, revela-se paradoxal e relativa. Mesmo um ser desprovido de instrução formal pode, mediante um processo contemplativo, intuitivo ou analítico-associativo, transpor os portais que o símbolo encerra em si. Isso evidencia que o intelecto, conquanto relevante, não constitui a única via de acesso às chaves arcanas.
Uma analogia precisa manifesta-se na estrutura das Câmaras Herméticas: nem sempre o discípulo formalmente matriculado na Primeira Câmara situa-se, em termos de maturidade consciencial, nesse mesmo degrau interior — ele pode ainda nem ter alcançado essa faixa ou, ao contrário, já vibrar em sintonia com a décima ou décima primeira câmara. Do mesmo modo, uma mente repleta de erudição acadêmica ou filosófica pode permanecer completamente cega diante de um símbolo sagrado, sem que este lhe desperte qualquer lampejo. Em contrapartida, um indivíduo intelectualmente simples pode, pelo contato com o mesmo emblema, descortinar portais de profunda transmutação e vivenciar autênticas iniciações suprassensíveis.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Pensamento e envolvimento
O Pensamento manifesta-se como um atributo mecânico do intelecto no plano imanente, enquanto na Transcendência ele se converte em um sentido superior de captação direta: a própria Intuição. Sob o jugo de um Universo regido por leis implacáveis, a nossa capacidade intelectiva permite que naveguemos pelas correntes do pensamento, desbravando as incontáveis possibilidades e níveis de manifestação que nos circundam.
Pela Lei da Correspondência, o pensamento é a ação dinâmica e exploradora do nosso anseio essencial de conhecer, experimentar e dominar o Cosmos. Trata-se de um reflexo microcósmico do que a Mente Creadora (Noûs) representa perante a Consciência Cósmica: o desdobramento do Ilimitado em frações limitadas para que o Todo possa se contemplar. Agimos e pensamos por meio desses atributos restritos, espelhando de forma fragmentada a magnitude livre e infinita do Ser.
Embora sejamos essencialmente Unos, expressamo-nos como multiplicidade no Tonal. E, sendo o Universo manifesto estruturado puramente por faixas de Vibração, o pensamento também compartilha dessa natureza energética. Nele, somos emissores e receptores, influenciando e sofrendo influências das egrégoras e mentes que nos cercam. Influenciar de forma direcionada exige um domínio profundo da energia sutil; por outro lado, ser influenciado depende inteiramente do nosso grau de identificação e apego ao elemento que nos é projetado.
A imunidade aos influxos externos reside no despertar do Observador. Quanto mais o buscador sustenta o estado de vigília sob o íntimo comando do "Eu Sou Eu Observando", mais ele se desvincula das correntes ideológicas, filosóficas, sociais e egrégoras religiosas geradas pelo sistema dialético. Ao assumir a postura de testemunha silenciosa, ele deixa de se misturar ao cenário percebido, desarmando o automatismo da mente.
Contudo, à medida que desvelamos as camadas deste mistério, deparamo-nos com uma verdade inquietante: enquanto o espírito estiver perceptivamente envolvido pela Imanência e seu Jogo Cósmico, ele estará, em algum grau, identificado com as estruturas do sistema. A própria individualidade é um limite que exige o envoltório mental para subsistir. Enquanto formos tentáculos da Consciência Cósmica operando na criação, estaremos atrelados a alguma forma de identificação — ainda que essa identificação seja com a grandiosa visualização da própria Mente Creadora.
domingo, 31 de maio de 2015
O Olho de Hórus e seus Sentidos
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Aos buscadores...
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Conhecimento É Sintonia
terça-feira, 26 de maio de 2015
A Chave da Base
A Vontade é uma das emanações do Querer Cósmico: um componente mental que estrutura a percepção do ser diante da existência e direciona sua frequência vibratória. É por meio da vontade lúcida que o indivíduo pode desvencilhar-se dos extremos pendulares rumo à Neutralização — ato que requer elevado grau de autolucidez e profundo domínio da mecânica cósmica.
A Vontade, contudo, não constitui uma Base Universal. Embora componha a tessitura do Cosmos, ela não é o substrato que sustenta os Princípios Herméticos. Para compreender essas Bases, cumpre examinar a estrutura da manifestação sob uma perspectiva didática e lógico-sequencial:
- O Enunciado Fundamental ("O Todo é Mente; o Universo é Mental"): Expressa a própria existência primordial. Representa a manifestação cosmomental da Força Creadora em sua totalidade una e indivisível. Dele tudo provém; sem a substância da Mente Universal, nenhuma dinâmica subsequente teria palco ou sentido na creação.
- As Cinco Bases Universais (Condições ou Suportes Ocultos): Representam os alicerces existenciais indispensáveis para a sustentação das Leis na substância manifesta. Os Princípios Herméticos, enquanto dinâmicas em ação sobre o Universo creado, exigem determinados "meios" ontológicos e dimensionais prévios para operarem.
- Os Princípios Herméticos: São os modos operantes e as dinâmicas ativas (Vibração, Polaridade, Ritmo, Causa e Efeito, Correspondência, Gênero) que regem os fluxos dentro desse arcabouço estruturado.
Como orienta a Venerável Ordem Hermética, não cabe transmitir essas Cinco Bases sob a forma de dogmas ou fórmulas prontas. Constitui tarefa de cada busca-dor desvelá-las mediante o rigor analítico, a intuição desperta e a própria iluminação interior.
A chave reside na autoindagação fundamental: que condições essenciais — ontológicas, espaciais, temporais ou dimensionais — precisam ser estabelecidas de antemão para que a Vibração encontre campo de oscilação, a Polaridade defina seus extremos, o Ritmo trace seu curso e a Causalidade encadeie seus elos?
Que a Luz se apresente aquele que A busca.
