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...Todo encontro É UM reencontro...

terça-feira, 28 de abril de 2015

1=7+5=12=1



1 = 7 + 5 = 12 = 1

Os Princípios Herméticos, em essência, são UM SÓ. Manifestam-se como 7 Princípios e têm como alicerce de sua expressão as 5 Bases Universais — também denominadas Condições ou Princípios Ocultos. No total somam 12, mas na Unidade primordial permanecem sendo UM. Por essa razão, torna-se impossível contemplar verdadeiramente um sem que se alcancem os demais.
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Não existiria o Gênero sem a Polaridade: afinal, como discernir o ativo e o passivo sem reconhecer que ambos, na Realidade, constituem a mesma substância manifestada em polos opostos? A Correspondência, por sua vez, afirma que o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está dentro é como o que está fora. Ora, o que são o alto e o baixo, o interior e o exterior, senão polaridades de uma mesmíssima coisa? Já a Vibração expressa-se em ondas por meio de variadas frequências; e o que é a onda senão um Ritmo ininterrupto que atinge determinada amplitude em um sentido para, logo em seguida, oscilar na direção contrária (Polaridade)?
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Dessa maneira interligam-se todos os Princípios — um exercício reflexivo contínuo que expande os portais da percepção para o desvelamento dos Arcanos e dos mais elevados Ensinamentos Esotéricos.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Símbolos...




O deus Hórus sustenta duas barcas, cada uma portando um olho guardado por serpentes najas erguidas. Assistem ao deus seus pais ajoelhados: Osíris, deus da ressurreição, e Ísis, a grande deusa-mãe; além de dois babuínos, mensageiros de Thoth, o deus da sabedoria. Nos cantos, sustentam-se câmaras onde oferendas de alimento, incenso e fogo são consagradas aos deuses da Lua — Thoth (com cabeça de íbis) — e do Sol — Rá (com cabeça de falcão). Sobre a cobertura dessas salas repousa Aker, a esfinge dupla, guardiã dos portais do Mundo Subterrâneo nas fronteiras da Terra. Aker sustenta em seu dorso vários seres humanos, que representam a humanidade. Em relevância maior ou menor, toda a cena repete-se em círculo, e tudo se inscreve dentro de um quadrado.
Antero Carvalho

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Vale lembrar que essa diversidade de símbolos é uma expressão tão natural quanto qualquer outra manifestação do Mundo Imanente. Tudo provém do UM; contudo, ao manifestar-se neste Plano, a Unidade fragmenta-se e desdobra-se infinitamente, originando inúmeras faixas vibratórias e vias de compreensão. Os símbolos atuam como essas trilhas de entendimento que, embora variem segundo o povo, a época ou a tradição, guardam o poder de conduzir ao mesmo Destino Final, onde todas as coisas convergem e tornam-se, por perfeita consonância, novamente Únicas.



sábado, 25 de abril de 2015

Missionários


Os Emissários Divinos e Missionários que se projetam no Mundo Imanente procedem de duas origens vibratórias distintas — conquanto saibamos que, em essência, tudo se unifica no Único Ser.

A primeira corrente é constituída pelas próprias parcelas de Sophia (a Mônada Humana): são espíritos que, após longas jornadas reencarnatórias, alcançam a pureza da Nona Câmara e, ao adentrarem a 10ª Câmara, passam pela despersonalização, abrindo mão de sua autoidentidade para integrar a Tríade Superior. Movidos pela ciência da fragmentação e pelo anseio de recompor a Trindade original, assumem a sublime missão do servir (o Caminho da Luz), projetando-se temporariamente na matéria para auxiliar seus irmãos ainda retidos nas câmaras inferiores e integrando-se à Ordem de Melquisedec e à Grande Fraternidade Branca.

A segunda corrente é formada por expressões da Consciência Divina que jamais integraram a Mônada Humana e, portanto, nunca estiveram sujeitas ao cativeiro da roda das encarnações [12]. Projeções diretas da 11ª Câmara (Hokhmah / Força Krística), esses seres atuam como Avatares e Grandes Iniciadores desde a origem do equívoco de Sophia, manifestando-se em corpos fluídicos ou aparentes para irradiar as Verdades Supremas e substituir códigos morais severos por paradigmas mais amenos e purificadores.

Toda essa obra de resgate se desenrola no Mundo Imanente — o verdadeiro palco das vivências materiais e astrais —, estruturado e modelado a partir de Fohat e da Mente para servir de amparo e suporte ao retorno dos espíritos à inefável Unidade.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O Certo, o errado e Nenhum dos dois...




Todas as verdades são meias-verdades. Os diferentes caminhos dialogam com as diversas linhas de compreensão e alinham-se às infinitas possibilidades que tecem o mundo imanente.

Visto que, no Universo, tudo se desdobra setuplamente ad infinitum, ninguém detém a prerrogativa de julgar o que é certo ou errado nesta ou naquela via. Certo e errado são valores essencialmente relativos, destituídos de um referencial fixo que sustente análises e sentenças morais definitivas.

Como nada é estático neste plano — onde tudo vibra, se move e se transmuta —, o que é correto para um ser é aquilo que não lhe engendra culpas nem alimenta o próprio sofrimento. É a rota para a qual seu querer genuíno aponta e que sua intuição mais profunda consagra como justa para si mesmo.



Teoria dos Códigos — aprofundamento na Segunda Câmara Hermética.

A Árvore da Vida




Quando houve o primeiro movimento da Mente Criadora, a partir do seu querer criar e manifestar a existência, foi necessária, por parte da Mente Criadora, uma ordenação dos elementos constitutivos do universo mental. Uma incrível estruturação sob a qual as qualidades inerentes aos planos e as leis intrínsecas à elaboração da Imanência podem se manifestar.

O esquema da Árvore da Vida expressa uma organização em 10 Sephirots, onde cada um deles processa uma qualidade da estrutura à qual está relacionada. De uma ótica macro, percebemos todo o mundo imanente expresso em um esquema de árvore. Contudo, como o universo se desdobra ad infinitum, de acordo com a própria Cabala, cada plano e seu respectivo desdobramento também se manifesta a partir de uma Árvore.

Como as fragmentações são ilusórias, todas as árvores estão conectadas, formando uma grande Rosácea Cósmica. Quanto ao esquema, já houve e ainda há várias representações da Árvore da Vida.

sábado, 18 de abril de 2015

O Corpo é o Espírito



A separatividade entre corpo e espírito é uma faceta analítica da mente dual. Na Realidade, o corpo é o espírito. O espírito ao vir encarnando vem passando por uma processo de alterações vibratórias que obedecem a Leis estruturais complexas e inerentes a faixas e planos que compõem o Universo Mental, a Matrix Cósmica. O Espírito vem se densificando de Eu (Kether), onde a vibração é mais Fina e elevada, para corpo Astral, corpo Etérico, até o corpo físico. Assim como ocorre com o Universo como um Todo que em essência É UM, mas que obedecendo a Leis se Desdobra infinitamente gerando a ilusão da fragmentariedade, da mesma forma, por Correspondência, o Ser em essência é um e vem se desdobrando, seguindo leis, para se manifestar, na ilusão da separatividade que o leva a se perceber como diferente de tudo o mais. Eu (O ser) não sou um espírito que tenho um corpo. Eu Sou um espírito vibrando em diversas faixas e me manifestando por elas de acordo com sua leis.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Força Centrífuga Universal


O que está em baixo é como o que esta no Alto.

As Leis que regem o Plano Físico se correspondem as que regem o Plano Espiritual.
Pelo conhecimento de um chega-se a conhecer o outro.

No Plano Físico, ainda que normalmente os seres não reflitam sobre isso, algo acontece que mantém todos presos a atmosfera da Terra de forma que não saímos voando pelo espaço a fora. Sabemos que existe um força imperiosa chamada Gravidade que é responsável por este fenômeno, é graças a ela que a vida se desenvolve como a conhecemos e a vivemos nesse plano terrestre.

A nível de "Plano Espiritual" ocorre algo semelhante. Existe uma Força poderosa que pressiona o ser para a densidade, que envolve a consciência em parcelas que se destacam individuadas e que são impelidas para baixo, no sentido do seu estado de percepção e manifestação da Consciência no Universo Mental. Essa é a Força Centrífuga Universal: Mistério do Poder Superior.