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...Todo encontro É UM reencontro...

domingo, 7 de setembro de 2025

Bússola de Esmeralda



Quando Thoth escreveu a Tábua de Esmeralda,  foi um Ponto de Focalização diante da Consciência Cósmica em que todos os véus que que limitam o alcance perceptivo da mente foram transpassados. Dessa forma, a Realidade em sua visão de toda a Obra Solar - O Universo Manifesto - é desvelada.


Essa Tábua de Esmeralda está em cada um de nós. Portanto, esse transpassar dos limites - visão desvelada - também é nosso destino no processo de desenvolvimento.


O que é dito nas palavras de Thoth é uma bússola.


O trilhar por essa Senda de estudos das Câmaras Hermética é uma chave para adentrar de forma gradual nessa expansão perceptiva que permite a cada dia um entendimento mais profundo da revelação dessa Tábua.

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Metas que desvelam a Senda

A V.'.O.'.H.'. é uma Ordem amoral.

Tem como objetivo a Libertação do ser do jugo da Mente.

Esse objetivo é alcançado em Metas que inicia-se pela compreensão da natureza mental do Universo: O Universo é Mental. Portanto é dual, relativo, fragmentado. Sendo assim, nesse Plano, todas as verdades são meia verdades. 

Entre as Metas, o discípulo é levado e descobrir os véus de ilusão que limitam sua percepção, que o condiciona e o aprisiona no Mundo Imanente, Mundo de Maya.

Assim, aos poucos,  o buscaDOR adentra no entendimento que o Monismo/Unismo é a Realidade que transcende o Dualismo. Neste nível todas a compreensões são ressignificadas.

Daí o estudo ser desenvolvido em Câmaras, dessa forma se pode galgar o conhecimento de forma embasada, respaldada em Bases que desvelam a Senda Arcana gradualmente.

Todas as verdades são meias-verdades




O Universo é  Mental. Logo, a Mente é relativa, pois ela relativiza ao fragmentar.

Tudo o que pensamos, racionalizamos, analisamos e compreendemos é feito pelos atributos mentais, que são, por essência, relativos e limitados. Tudo isso é o prisma do Dualismo.

Quando ampliamos a percepção para o sentido unista de tudo o que há (Monismo), todas as certezas se desconstroem e se ressignificam. No entanto, ainda permanecem dentro da percepção mental.

A cada novo patamar de percepção, há um novo prisma, uma desconstrução, uma reconstrução.

Por isso, todas as verdades são meias-verdades.

A Verdade, que visamos como Absoluta, não pode ser racionalizada. Ela transcende a Mente, alcança o Infinito, anula todas as polaridades, é o Pleroma, o Inefável, a Realidade Única.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Expansão da Percepção


Na Realidade, a Todo Tempo a Mente, em seu constante Movimento, se Limita perceptivamente de forma a Atualizar e manifestar alguma miríade do "Ser" - que na Realidade Ela É. Faz isso através de cada "ser", que somos nós, seres individuados, em busca de Cientificação.

A Libertação do Julgo da Mente - objetivo da VOH - consiste no ser expandir os Limites que o aprisionam à ilusão de "ser", enquanto individualidade separada, fragmentada...e o expandir a percepção de "Ser", cientificando-se de que Tudo é Um, que todos os limites são meramente perceptíveis, artifício da Mente Creadora para Se Vivenciar, Se perceber...

"Deus quis ver a Face de Deus."


Priscila Dias

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Aplicação dos Princípios Universais

O Caibalion fala sobre a Mente Divina, que é a Mente do Todo, como a fonte de toda a criação. Nesse sentido é descrito um estado de consciência pura e elevada, onde a Mente se concentra e vibra em uma frequência extremamente alta. É como se ela estivesse em êxtase, completamente absorta em si mesma e envolvida na sua Creação.

A partir desse estado, a Mente Divina começa a se expandir e criar vibrações mais densas, dando origem a tudo o que existe, incluindo o universo material e nós mesmos. Depois de um tempo, a Mente Divina "desperta" desse estado de creação e começa um processo de Evolução, retornando à sua Vibração original.

Quando a Mente Divina "desperta" desse estado de criação, ela começa o processo de evolução, retornando à sua vibração original. É nesse momento que o espírito, a parte imortal de nós mesmos, começa a se manifestar, a Mente no seu Movimento vibratório de retorno, vivificar o Plano Astral e o Plano Espiritual. Esses planos são, portanto, como reflexos da Mente Divina, diferentes níveis de Vibração da mesma Consciência.

Os Sete Princípios Universais nos ajudam a entender como esse processo de despertar funciona. Por exemplo, o Princípio do Mentalismo nos lembra que Tudo é Mental, então esse despertar é uma mudança de percepção, uma nova forma de pensar e perceber a Realidade. Princípio do Mentalismo é a base de tudo, afinal, o Universo é Mental, e nossa realidade é uma criação da nossa mente. No despertar, expandimos nossa "consciência" e aprendemos a criar intencionalmente a vida que desejamos.

O Princípio da Correspondência fala sobre como tudo está conectado, do macrocosmo ao microcosmo. Então, se aplicarmos isso à nossa vida, podemos ver que passamos um bom tempo focados na nossa própria realidade, na nossa construção pessoal e nas nossas conquistas. É como se estivéssemos tão imersos nessa criação que entramos em um estado de êxtase com ela, assim como a Mente Divina estava quando creou o universo. O Princípio da Correspondência mostra que esse processo interno reflete mudanças em todos os níveis do nosso ser, do físico ao espiritual. Nosso despertar é um reflexo da evolução da consciência universal, e o que acontece dentro de nós influencia o mundo ao nosso redor. Em outras palavras, o Princípio da Correspondência nos mostra que o nosso processo de autoconhecimento e busca espiritual é como um microcosmo do processo de creação do universo.

Por essa perspectiva, chega um momento em que despertamos para algo maior, buscamos um sentido mais profundo da vida e queremos nos reconectar com nossa origem. É como se estivéssemos retornando à nossa Vibração original, assim como a Mente Divina fez. E quando fazemos isso, começamos a dar vida aos nossos planos astrais e espirituais, que são como reflexos dessa nossa essência mais elevada. O Princípio da Vibração explica que essa transformação é uma mudança na nossa frequência vibracional. 

O Princípio da Polaridade nos lembra que tudo tem dois lados, luz e sombra, bem e mal. Ele nos convida a reconhecer que essas forças opostas são complementares e que nosso despertar envolve harmonizar esses opostos dentro de nós.

O Princípio do Ritmo fala sobre o movimento constante da vida, a alternância entre diferentes estados. No nosso despertar, experimentamos altos e baixos, avanços e recuos. Esse Princípio nos ensina a aceitar esse fluxo natural e a encontrar nosso ritmo.

O Princípio da Causa e Efeito é sobre ação e reação, semear e colher. Nosso despertar é resultado das sementes que plantamos no passado - inclusive em encarnações e encarnações anteriores - e, ao mesmo tempo, ele influencia o que colheremos no futuro. Esse Princípio nos lembra a importância de assumir responsabilidade pelas nossas escolhas.

O Princípio do Gênero fala sobre a energia masculina e feminina dentro de nós. O despertar é um processo de integração dessas duas energias, encontrando o equilíbrio entre ação e receptividade, razão e intuição. 

Há outros Princípios Ocultos que também estão envolvidos, mostrando que o despertar é uma jornada de autoconhecimento. Ao longo do tempo, somos impulsionados, vivificados e despertados pelo o fluxo da vida e o fruir da Mente em direção à Consciência.

Priscila Dias

sábado, 15 de abril de 2017

Tudo é ContinuUm



Sabemos que o Princípio do Ritmo opera através de um pêndulo constante que, pelo Movimento Universal, a todo tempo impulsiona as ondas para extremos. Quando atingem o "Limite", elas se propulsionam em direção ao polo oposto. O observador, com ciência das Leis, comumente tende a focar nesses extremos do Pêndulo como marcos do estágio em que o objeto do foco perceptivo se encontra, ou seja, ou se está de mais, ou se está de menos, ou frio ou quente, ou dentro ou fora.

Como a mente busca constantemente por referências, uma boa parte dos analíticos despertos logo localiza um meio-termo, elegendo-o como ponto ideal: o "Caminho do Meio". No entanto, o observador lúcido estará ciente de todo o percurso e, ao expandir sua cosmovisão, perceberá que, além dos extremos e do meio, existe um fluir do movimento, um processo que é pleno de significância para o conjunto total. É o juntar das partes, é o transcender da limitação, da fragmentação, da descontinuidade.

É além do racionalizar, é sentir que: Tudo é ContinuUm.

Priscila DiaS

Em relação à nossa Busca na Senda:
 * Onde estou enquanto Buscador/Peregrino? Essa é uma pergunta para a introspecção pessoal. Ela nos convida a refletir sobre nosso próprio processo de aprendizado, nossas experiências e o quanto estamos conscientes desse fluxo contínuo, para além dos extremos. Estamos reconhecendo o movimento e a significância de cada etapa, ou ainda presos à dualidade do "certo ou errado", "avançado ou atrasado"?

 * Onde estamos enquanto Egrégora? Como Egrégora, podemos nos ver como um conjunto de Buscadores/Peregrinos em diferentes pontos desse pêndulo rítmico. A egrégora se fortalece quando seus membros compreendem que a diversidade de experiências e perspectivas contribui para o todo, reconhecendo o "ContinuUm" que nos une, mesmo em meio às aparentes diferenças de foco ou estágio.

 * Onde estamos enquanto Humanidade? A Humanidade, em seu processo evolutivo, também pode ser vista como um grande pêndulo. Estamos em constante movimento entre extremos de progresso e desafios, de luz e sombra. O desafio é perceber que todas as fases são parte de um processo maior de aprendizado e expansão da consciência, rumo a uma compreensão mais profunda da interconexão e da continuidade de tudo.

Como você percebe a atuação do Princípio do Ritmo em sua própria jornada e na dinâmica da humanidade atualmente?

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

OS MUNDOS IMANENTE E TRANSCENDENTE - Cristiano Ruchel

Resultado de imagem para mundo transcendente

O que conhecemos como Mundo Imanente, o nosso Universo de atuação, é na verdade uma pseudo-realidade. Um grande holograma, um Holoverso. É apenas um tabuleiro conhecido como Espaço-Tempo, um apoio para peças de xadrez. Existe algo além do tabuleiro de xadrez? Sim, existe. Mas para a peça de xadrez, o tabuleiro é o seu Limite de atuação. Para a peça de xadrez não existe nada além do tabuleiro.
A nossa mente limitada ainda não pode compreender o Transcendente, assim como uma peça de xadrez não pode se movimentar fora do tabuleiro. O Mundo Imanente é o nosso Universo de atuação, nosso Limite. Na verdade não estamos no Mundo Imanente. Nunca deixamos o Mundo Transcendente. Apenas a nossa individualidade esta projetada em um avatar limitado, no nosso “self”, sujeito aos Principios Herméticos que regem o Mundo Imanente. Percebemos o Mundo Imanente através de filtros, que são os nossos sentidos. Os sentidos são uma espécie de teclado de computador que alimenta com informações a nossa biomente. Se os nossos sentidos fossem estimulados por um sistema avançado de realidade virtual, não saberíamos a diferença entre realidade virtual e realidade. Com a evolução da mente, a humanidade ira adquirir mais sentidos para compreender melhor o Mundo Imanente.
O Tempo é mais um filtro. Nossa mente não consegue compreender a 5 dimensão. Então estamos presos em uma linha do tempo linear onde o Mundo Transcendente se manifesta na matéria. Como videntes e oráculos conseguem muitas vezes prever o futuro? Pois o passado, presente e futuro já existem no Mundo Transcendente, que e o É. Um evento futuro já existe como um potencial de evento. A física quântica explica que existe inúmeras possibilidades de eventos futuros. Toda a vez que jogamos uma moeda para cima o Universo se divide em dois. Em um Universo a moeda caiu como cara e no outro como coroa. Na verdade a nossa individualidade a cada possibilidade de evento navega em uma diferente realidade. 
A física quântica diz que o Objeto só existe quando existe o Observador. Isso é mais uma prova que o Universo em que vivemos é holográfico, é virtual. Podemos experimentar apenas uma realidade de cada vez, pois a nossa mente não tem capacidade de viver mais que uma realidade de cada vez. Então um evento futuro pode se materializar em nossa linha de tempo ou não. Vamos imaginar uma pessoa que vai construir uma casa. Primeiro ela faz o projeto da casa. Depois o pedreiro vai colocando tijolo a tijolo, argamassa, etc até a casa ficar pronta. Mas ter um projeto da casa não significa que a casa já exista. Durante a construção da casa pode ter alterações no projeto, e até mesmo a construção pode ser interrompida ou ficar muito diferente do projeto original. O Futuro existe como um potencial de futuro, ou como pré-eventos. Temos o poder de modificar o futuro, pois o futuro depende das nossas escolhas no presente e também poderá ser alterado quando na nossa evolução conquistar-mos a capacidade de viajar no tempo, visto o tempo ser apenas mais um Limite. Vivemos em um Universo, mas seria melhor dizer que vivemos em um Universo dentro de um Multiversos, ou seja um Universo de universos. Seres que vivem na 5 dimensão podem navegar entre diferentes Universos paralelos. Eles revisitam todas as suas vidas e possibilidades de vidas, examinam cada escolha, cada Universo paralelo. O que as pessoas chamam de Sagrado Anjo Guardião (SAG) é o nosso self, nós mesmos em um futuro em uma dimensão acima da nossa compreensão atual. Uma analogia é o filme Interestelar, em que o personagem entra na 5 dimensão e se comunica no passado com a sua própria filha, para poder alterar o futuro. O nosso SAG pode enviar “sinais” para nós, nos orientando em relação as nossas possibilidades de futuro, ajudando e nós escolhermos qual o “melhor”futuro para vivenciar-mos, a nós ajudar a descobrir a nossa Verdadeira Vontade, nós ajudar a realizar a nossa “Grande Obra”, ajudando a nós libertar dos ciclos das encarnações, da Roda da Samsara. O SAG faz isso pois ele também precisa de libertar do plano em que esta para um plano superior, por isso ele trabalha duplamente na sua evolução, na evolução do passado (nós) e na do presente dele. Um ser de uma dimensão superior se comunicar com a nossa dimensão é uma tarefa difícil. Seria como transformar a energia de um relâmpago em uma energia de 12 volts. Uma das formas de contatos mais sutis é através de pequenos sinais chamados sincronicidades. Pequenas ou grandes coincidências que a mente mais atenta percebe e permite suspeitar de possíveis possibilidades e eventos futuros. As sincronicidades podem ser manifestar como sonhos e coincidências. O contato com o SAG que alguns conseguem por determinados rituais pode ser uma chave para acelerar a própria evolução.
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