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...Todo encontro É UM reencontro...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

A Vibração desenha Realidade



No Caibalion, o Princípio da Vibração afirma que "Nada está parado; Tudo se move; tudo vibra".

No entanto, a vibração é uma característica da manifestação. Para que algo vibre, é necessário que haja uma diferenciação, um "algo" que se move em relação a outro ponto.

É assim que a Mente comanda e a Vibração dá o limite.

Enquanto a vibração define a forma e a densidade da matéria e da energia, a Mente é a matriz onde essa vibração ocorre. 

O Universo é uma criação mental. Portanto, as "leis" que governam a vibração são, na verdade, regras estabelecidas pela Mente Superior.

Quem alcança a compreensão dos níveis mentais superiores consegue "polarizar" sua própria vibração, elevando-a para escapar de frequências mais densas (como o medo, a inércia ou a limitação material).

A vibração é o que dá "corpo" à ilusão (Maya). No momento em que o Absoluto se expressa como vibração, ele aceita a dualidade.

 Toda vibração requer uma frequência, e frequência requer tempo. Logo, estar no plano vibratório é estar sujeito às limitações do tempo e do espaço.

É a taxa de vibração que separa um mineral de um pensamento. Quanto mais baixa a vibração, mais "sólida" e limitada é a percepção da realidade.

A razão pela qual se diz que a Mente comanda os elementos é que os elementos (Terra, Água, Ar, Fogo) nada mais são do que estados vibratórios da substância primordial.

 O hermetista não tenta mudar a matéria pela força física, mas sim pela mudança de sua correspondência mental. Ao alterar o "estado mental", altera-se a vibração resultante.

 A física moderna flerta com esse conceito ao sugerir que o observador (consciência/mente) influencia o comportamento da partícula (vibração/matéria)

Essa acentuada condição limitativa da vibração é, na verdade, o que permite o aprendizado na dualidade. Sem o limite, não haveria a experiência da forma.

Egrégoras - ​O Despertar dos Moldes nos Registros Akáshicos

Uma egrégora é uma construção energética "viva", alimentada por pensamentos e emoções de um grupo. Ela possui uma certa autonomia e depende de nutrição vibracional para se manter ativa. Contudo, egrégoras, mesmo quando inativas, ainda existem como informação nos Registros Akáshicos, que funcionam como a "memória do universo" ou uma biblioteca etérea. Eles contêm a impressão ou o dado de tudo o que ocorreu, mas o registro em si não tem "vontade" ou carga ativa; é informação pura.

Porém, nessas informações estão os moldes energéticos da egrégora e podem, dessa forma, ser acessadas em plano astral. É assim que, mesmo inativas, estão sempre passíveis de voltarem a se manifestar a partir da ressonância vibratória que seres possam estabelecer com elas. Uma egrégora sem "fiéis" ou mentes que a alimentem entra em estado de latência (ou entropia). Ela perde sua força motora, mas o seu "molde" ou "assinatura" permanece no plano astral.

Elas podem ser "religadas". Se um grupo de pessoas volta a sintonizar com aqueles mesmos ideais, rituais ou frequências, eles não estão criando algo do zero, mas sim "reabastecendo" aquele molde antigo. O acesso é perfeitamente possível, mas exige sintonia (ressonância), que pode ser consciente ou inconsciente. No plano astral, a "distância" é medida pela semelhança vibratória. Assim, os seres podem encontrar esses remanescentes energéticos e, quando projetam energia neles, a egrégora volta a ganhar corpo e influência no plano sutil.

Egrégoras, mesmo quando inativas, ainda existem como informação nos registros akashicos. Elas deixam seus moldes energéticos e podem ser acessadas em plano astral. Mesmo inativas estão sempre passíveis de voltarem a se manifestar a partir da ressonância vibratória que seres possam estabelecer com elas.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Rituais no Plano Astral


É de conhecimento geral e objeto de divulgação por alguns grupos a descrição de rituais no Plano Astral. Afirmamos, porém, que os autênticos rituais estão muito além das palavras. Isso não significa que inspirações genuínas não possam ser transmitidas.

Adentrar nos rituais acessados via Registros Akáshicos é uma experiência que ultrapassa a capacidade de expressão das limitadas palavras de quem os vivenciou e compartilhou.

Sem dúvida, há grande valor em se ter um norte exotérico (a descrição ou relato), pois isso demonstra a possibilidade de acesso aos registros no sentido esotérico. Para tanto, é fundamental possuir uma base sólida; assim, aquilo que for acessado ou recebido encontrará um lugar para ser significado de forma estruturada.